A história se repete

Como a série RC da BOSS tem inspirado a cena do looping por 17 anos. Por Henry Yates, jornalista

Agora mesmo, em algum lugar do mundo, um músico está quebrando as regras com um pedal de loop. De Ed Sheeran em Glastonbury ao compositor local que se apresenta na noite, as possibilidades absurdas de looping atraiu músicos renomados de todos os gêneros, cada um ajustando o conceito de acordo com sua visão. Em 2018, o looping chamou a atenção mais do que nunca. Mas toda revolução precisa de um ápice - e depois de 17 anos e um milhão de unidades vendidas, não há dúvida de que foi a série de Loop Station BOSS RC que ascendeu essa chama.

É verdade: o conceito de looping existia antes da série RC. Voltando para 1963 e o nome do jazz dos EUA, Terry Riley, estava mexendo com loops básicos de fita na sua canção Music For The Gift. No início dos anos 70, o guitarrista Robert Fripp e o produtor Brian Eno mudaram o formato de arte com a chamada técnica "Frippertronics", usando duas máquinas de fita com bobinas para criar sons em camadas. Mas a tecnologia evoluiu muito devagar. Recentemente, nos anos 90, a maioria dos pedais de loop disponíveis para músicos do dia a dia eram muito básicas, oferecendo apenas alguns segundos de tempo de gravação e operação difícil que acaba resultando em dores de cabeça no palco.

Vamos à BOSS. A inovadora empresa japonesa tinha levantado a bandeira para o looping digital em meados da década de 80 com o aclamado DSD-2 e DSD-3, mas foi a RC-20 Loop Station original de 2001 que começou a fazer história. Esta unidade de pedal duplo simplesmente mudou tudo, transformando uma técnica cult em um fenômeno popular, graças ao seu tempo de gravação sem precedentes de cinco minutos, entrada AUX, overdub e funções de mudança de tempo em tempo real - mais 11 slots de memória flash, prontos para serem carregados com backing tracks e amostras.

Antes do BOSS RC-20, um artista solo era limitado pela capacidade de seus dez dedos. Agora, com o acesso a recursos inovadores, ele poderia se tornar uma máquina de ritmo, uma orquestra, um exército de guitarras ou um coral angelical. As possibilidades se tornaram ainda mais claras quando o promissor Ed Sheeran escolheu o BOSS RC-20XL, atualizado em 2004, e usou sua capacidade de gravação de 16 minutos para misturar beatbox, riffs de guitarra e as batidas de percussão no corpo de seu violão elétrico.

Desde então, a popularidade do looping não parou de crescer na cena ao vivo, e essa paixão ecoou até a BOSS, onde as mentes mais brilhantes da empresa se dedicaram a aprimorar cada vez mais essa tecnologia. Em 2006, a RC-2 Loop Station trouxe a poderosa tecnologia que parecia simples para uma única caixinha compacta, enquanto o RC-50 permitia que os músicos mais ambiciosos controlassem até três canais simultaneamente. Em 2011, o RC-3 manteve o tamanho compacto e prático, mas aumentou suas especificações com três horas de gravação estéreo, armazenamento para 99 loops e compatibilidade USB 2.0. No mesmo ano, quando a série RC atingiu sua primeira década e a BOSS sedeou o primeiro Campeonato Mundial de Loop Station, o RC-30 trouxe nova relevância com dois canais estéreo sincronizados, efeitos integrados e compatibilidade com uma variedade de instrumentos. Sempre atrás de inovações, a BOSS então revelou o RC-300, aumentando a especificação e colocando possibilidades criativas quase infinitas sob os pés dos usuários.

O looping pode ser feito na repetição, mas ao longo do milênio a BOSS continuou a abrir novos caminhos. Em 2013, o RC-505 Loop Station ofereceu cinco faixas independentes e efeitos flexíveis em um formato de mesa para beatboxers terem todo o controle em suas mãos. E mesmo explorando tecnologia de ponta, a BOSS nunca esqueceu de manter a simplicidade e facilidade em seus produtos. Lançado em 2014, o RC-1 foi o modelo Loop Station mais intuitivo até então, colocando capacidades de loop simples e prontas para usar mesmo nos palcos dos artistas mais avessos à tecnologia. Enquanto isso, em 2016, o reduzido RC-202 se inspirou nas principais características do RC-505, mas se destacou por suas dimensões ultracompactas.

Em 2018 – enquanto a BOSS lança uma edição limitada de um ano do RC-1 em um incrível acabamento preto - a série RC Loop Station ainda é o principal destaque da cena de looping. Estes são os pedais que você vai escutar nos álbuns pioneiros e encontrar nos maiores palcos. Eles são escolhidos pelos músicos mais criativos em todo o mundo e reverenciados pelos maiores expoentes do movimento looping. Dezessete anos e um milhão de vendas podem parecer um marco, mas é apenas mais um passo. A revolução RC está apenas começando...

RC-1 Loop Station Limited Edition: RC-1-BK LOOP STATION

RC-1 Loop Stations Limited Edition: RC-1-BK LOOP STATION シリーズの累計100万台セールス突破を
						記念した2018年限定販売モデル

O RC-1-BK é um pedal especial de comemoração que celebra as vendas de mais de um milhão de Loop Stations até hoje. Baseado no popular RC-1 a edição limitada do RC-1-BK tem um acabamento preto com letras vermelhas, e só estará disponível em 2018. Além da cor, ele é idêntico ao RC-1 padrão, o modelo mais vendido da linha de Loop Station.
Feito no famoso chassi de pedais compactos da BOSS, o RC-1 e RC-1-BK são ideais para guitarristas, baixistas e outros instrumentistas. A interface simples e direta torna fácil fazer loops, enquanto seu indicador visual mostra o ciclo do loop e o status da operação. Estes pedais versáteis funcionam em mono e estéreo, e oferecem até 12 minutos de gravação estéreo. Todas as funções básicas de loop são controladas com o pedal switch integrado e footswitches externos podem ser conectados para acesso instantâneo a funções estendidas enquanto você toca.

#bossloopEspaço Online onde loopers do mundo todo podem se reunir para compartilhar toda sua criatividade na música.